Mercado de medicamentos biossimilares cresce no Brasil

Mercado de medicamentos biossimilares cresce no Brasil

A implementação de novas tecnologias tem revolucionado o tratamento de diversas doenças na área da saúde. Uma dessas tecnologias em destaque são os biossimilares¹, medicamentos biológicos desenvolvidos a partir de um medicamento de referência, sem nenhuma diferença clinicamente significativa em segurança, pureza e potência do medicamento de referência.

O crescimento deste mercado é positivo, e vem se consolidando como uma boa alternativa para ampliar o acesso³. E o Brasil vem sendo um destaque no desenvolvimento de biossimilares. Em 2010, foi o país pioneiro na América Latina, e criou uma legislação específica para os biossimilares a fim de aumentar a discussão e necessidade deles no sistema de saúde². Além disso, em junho de 2023, o Brasil ficou em quarto lugar em número de medicamentos biossimilares, com 51 produtos³ aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), e, em 2024 aprovou um novo regulamento para registro de medicamentos biossimilares que visa simplificar o processo de desenvolvimento desses produtos⁴.

E com o objetivo de ampliar ainda mais o acesso aos tratamentos com biossimilares, a Amgen, farmacêutica líder em biotecnologia e especialista no desenvolvimento de medicamentos biológicos, reforça seu compromisso de garantir que medicamentos de alta qualidade cheguem ao maior número possível de pacientes. 

“Nossos processos de qualidade e a excelência na fabricação e distribuição de medicamentos se tornaram um padrão na indústria. Utilizamos a mesma rede de cientistas e instalações fabris de última geração para produzir e disponibilizar os nossos medicamentos, tanto biossimilares quanto biológicos inovadores.”, afirma o Gerente Geral da Amgen Brasil, Ricardo Castellan.

Com mais de 40 anos no desenvolvimento de medicamentos biológicos, e servindo pacientes com doenças inflamatórias, a Amgen já investiu mais de US$ 2 bilhões em um portfólio de 11 medicamentos biossimilares aprovados ou em desenvolvimento, com foco principalmente em oncologia, hematologia e doenças inflamatórias crônicas¹.

No Brasil, a Amgen tem se destacado muito pelo seu trabalho combinando inovação e tecnologia. No último ano, segundo dados internos, a Amgen obteve crescimento exponencial de 30%, quase 3 vezes mais em relação ao setor farmacêutico, que cresceu 10,7% em 2024⁵.

Novo biossimilar no Brasil

O novo biossimilar da Amgen é indicado para tratar doenças inflamatórias crônicas como Psoríase em Placa, Artrite Psoriásica, Doença de Crohn e Colite Ulcerativa⁶, sendo as duas últimas doenças inflamatórias intestinais. As doenças inflamatórias intestinais atingem mais de 5 milhões de pessoas no Brasil e, segundo um estudo da Revista The Lancet, a prevalência subiu 15% ao ano entre 2012 e 2020 no país, chegando a 100 casos por 100 mil habitantes⁷.

Entre as doenças inflamatórias intestinais, a mais comum é Doença de Crohn, uma doença crônica que pode afetar todo o sistema digestivo, mas acomete especialmente parte inferior dointestino delgado, e o cólon⁸. A incidência é maior entre os 20 e os 40 anos e mais alta nos fumantes⁹.

Ainda, de acordo com a Sociedade Brasileira de Coloproctologia, os sintomas mais frequentes das doenças inflamatórias intestinais são: diarreia (com pus, muco ou sangue), cólicas, gases, fraqueza, perda de apetite e febre¹⁰.

SC-BRA-ABP654-00009 | Aprovado em fevereiro de 2025 | Material informativo para público em geral.

Referências biblográficas

¹ AMGEN. Biosimilars. Disponível em: https://wwwext.amgen.com/science/biosimilars. Acesso em: 13 fev. 2025.

² BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução RDC nº 55, de 16 de dezembro de 2010. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2010/rdc0055_16_12_2010.html. Acesso em: 13 fev. 2025.

³ SINDUSFARMA. Registro de biossimilares no Brasil cresce e se aproxima da Europa, diz Anvisa. 2024. Disponível em: https://sindusfarma.org.br/noticias/indice/exibir/21567-registro-de-biossimilares-no-brasil-cresce-e-se-aproxima-da-europa-diz-anvisa#:~:text=O%20Brasil%20%C3%A9%20o%20quarto,coloca%C3%A7%C3%A3o%2C%20atr%C3%A1s%20apenas%20da%20Europa. Acesso em: 6 fev. 2025.

⁴ AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Anvisa aprova novo regulamento para registro de medicamentos biossimilares. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2024/anvisa-aprova-novo-regulamento-para-registro-de-medicamentos-biossimilares. Acesso em: 6 fev. 2025.

⁵ MEDICINA S/A. Varejo farmacêutico: perspectivas para 2024. Disponível em: https://medicinasa.com.br/varejo-farmaceutico-2024/. Acesso em: 6 fev. 2025.

⁶ BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). (Ustequinumabe – Amgen) – Novo Registro. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/medicamentos/novos-medicamentos-e-indicacoes/wezenla-r-ustequinumabe-novo-registro. Acesso em: 13 fev. 2025.

⁷ UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA (UFJF). Doenças inflamatórias intestinais: prevalência no Brasil aumenta 15% ao ano. 2024. Disponível em: https://www2.ufjf.br/noticias/2024/12/02/doencas-inflamatorias-intestinais-prevalencia-no-brasil-aumenta-15-ao-ano/. Acesso em: 6 fev. 2025.

⁸ BRASIL. Ministério da Saúde. Doença de Crohn. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/doenca-de-crohn/. Acesso em: 20 fev. 2025.

⁹ GRUPO DE ESTUDOS DA DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL DO BRASIL (GEDIIB). Sobre DII. Disponível em: https://gediib.org.br/sobre-dii/. Acesso em: 20 fev. 2025.

¹⁰ SOCIEDADE BRASILEIRA DE COLOPROCTOLOGIA (SBCP). Maio Roxo: você conhece as doenças inflamatórias intestinais? Disponível em: https://sbcp.org.br/noticias/maio-roxo-voce-conhece-as-doencas-inflamatorias-intestinais/. Acesso em: 13 fev. 2025.

Fonte: Amgen